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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Belém Cidade das Pedras!


Todos os dias vejo a arquitetura urbanística ao meu redor se transformar e/ou ser criada, acho que nunca antes se construiu tantos prédios na capital paraense, assim como também nuca antes vi tantos prédios desabarem ou racharem por conta própria. A especulação imobiliária sempre existiu, mesmo que leis assegurem sua punição, esse talvés seja um dos maiores motivos para tais mudanças. Meu projeto de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) na UFPA, vai aborda o urbano de Belém, mais espercificadamente falando como novas moradias estão tirando muita pessoas da pobreza?! E vendo especialistas, estudiosos, arquitetos, engenheiros, afirmarem que Belém não tem capacidade de se estruturar bem, apesar de tantos prédios que ultrapassam 5 andares. Já que seu solo é mantido ou feito de uma base não tão sólida, composta por antigos rios e igarapés. Fora um problema gande por ausa dos mesmos, porque prédios muito altos acabam com a ventilação da cidade. Ai me vem na "cachola"... Por quê então Belém está cada vez mais crescendo e se desenvolvendo como cidade das pedras?! Mesmo que todos nós sejamos sabedores que isso não é viável e muito menos saudável para se viver melhor.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Palestra sobre a Divisão do Estado do Pará


ICJ - Palestra Divisão do Estado do Pará: Por que e para quem?
Palestrantes: Arnaldo Jordy, Edurdo Costa, Giovanni Queiroz, Célio Costa e outros.
Realização: 6 de outubro de 2011, das 8h às 12h30, no Auditório Professor José Vicente Miranda Filho, no ICJ, no Campus Profissional.

Informações: Evento acadêmico organizado pelos alunos do Curso de Direito da UFPA.
Fonte:http://www.portal.ufpa.br/imprensa/agenda.php#5216

quinta-feira, 30 de junho de 2011

UFPA e Corecon promovem debate sobre divisão do Pará(Dividir ou não Dividir)

Dividir ou não dividir: Eis a questão. Até dezembro deste ano, acontecerá o plebiscito que decidirá se o Estado do Pará será ou não divido em três. Argumentos contra e a favor da criação dos Estados do Carajás e do Tapajós foram debatidos na manhã desta quinta-feira, 30 de junho, no Centro de Convenções da UFPA, com a participação da comunidade universitária.

O encontro foi promovido pela Universidade, em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon), e novas reuniões serão marcadas para o segundo semestre deste ano nos campi da UFPA, em Belém e Marabá, e em Santarém, no Campus da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). O debate foi transmitido ao vivo pelo Portal da UFPA e pelo Portal da Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa).

Entre as questões discutidas nesta quinta-feira, estão os impactos da divisão para os futuros territórios de Carajás, Tapajós e Pará, com a criação de novas gestões, incluindo novos representantes (senadores, deputados federais, governadores etc) e funcionários públicos; a definição das fronteiras dos três Estados; a concentração populacional de cada um dos territórios; os custos de criação e manutenção dos órgãos públicos, da instalação dos novos Estados e a origem destes recursos; a viabilidade econômica de cada território após uma separação; a possibilidade de melhoria dos indicadores socioeconômicos apenas com a divisão; as riquezas naturais de cada uma das regiões; o possível aumento de arrecadação do governo federal e a revisão geopolítica como estratégia de desenvolvimento para o Pará e para a Amazônia.
O deputado federal Lira Maia apresentou os argumentos a favor da criação do Estado do Tapajós, e o deputado Giovanni Queiroz defendeu a criação do Estado do Carajás. Também se manifestou a favor da revisão geopolítica do Estado do Pará, o deputado federal Asdrubal Bentes, atual secretário estadual de Pesca. Contrários à divisão se manifestaram os deputados federais Sérgio Couto e Arnaldo Jordy. A mesa foi mediada pelo presidente do Corecon, Eduardo Costa, e a abertura foi feita pelo professor doutor Erick Pedreira, pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento da UFPA, representando o reitor Carlos Maneschy.

A UFPA não deve ser a favor ou contra. O que desejamos é ser palco de um debate maduro sobre as vantagens e desvantagens da proposta de emancipação para ajudar a população paraense e a comunidade universitária a tomar uma decisão consciente no plebiscito, contribuindo, desta forma, para o exercício da cidadania plena”, defendeu o pró-reitor Erick Pedreira. Já Eduardo Costa, diretor do Corecon, disse que, independentemente do resultado do plebiscito, este é um momento histórico. “Estamos no limiar de uma decisão que será determinante para a trajetória do desenvolvimento futuro não só do Pará, mas também de toda a região.”

Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Karol Khaled
fonte::http://www.portal.ufpa.br/imprensa/